PORMENOR
Por não saber o porquê
Eu choro de nostalgia...
… Eu choro mas ninguém vê.
Nem ninguém me entenderia!
Pois eu choro e ninguém vê
Que choro da nostalgia
De não saber o porquê.
In “Altura“
Cadernos de Poesia
N.º 1 de Fevereiro de 1945
Carlos Macedo