JANELA CORPORAL
Abro a janela do teu corpo
Afasto as vestes dos teus cabelos
Acaricio os degraus do teu seio
E digo-te…
Vem murmúrio doce
A manhã é eterna quando se ama!
In “Mar de Sentidos”
Ed. Vieira da Silva
José Luís Outono
JANELA CORPORAL
Abro a janela do teu corpo
Afasto as vestes dos teus cabelos
Acaricio os degraus do teu seio
E digo-te…
Vem murmúrio doce
A manhã é eterna quando se ama!
In “Mar de Sentidos”
Ed. Vieira da Silva
José Luís Outono