SINGELEZA
Um homem chorou diante da dor do nundo
Feliz dele que sentiu.
Uma criança abriu os olhos maravilhados
Feliz dela que viu.
Um ser humano descobriu o segreda da vida
Feliz dele que sorriu.
Olho para mim nada vejo
E mesmo assim
Feliz de mim por qualquer coisa…
In “Cadernos de Poesia – 2 “ – Maio de 1945
Edições Altura
José Palla e Carmo
1923 – 1995